Você já observou a sua pegada? Seu pé tem aquela curvinha na lateral interna ou é plano e toca completamente o chão? O pé chato ou pé plano é a condição em que o pé perde o arco plantar fazendo com que toda a sola entre em contato com o chão. Alguns casos podem causar dor e desencadear outras condições.

O que é?

O pé humano possui, normalmente, um arco – aquela “curva” na planta do pé que pode ser bastante percebida em uma pegada. O pé chato, também chamado de pé plano, é uma condição que faz com que todo o pé encoste no chão, diminuindo ou quase anulando a presença do arco – que existe para proporcionar amortecimento de impacto e ajudar no equilíbrio do corpo.

Nem sempre o pé chato apresenta problemas e/ou dificuldades para o paciente. Em crianças de até quatro ou cinco anos, por exemplo, os casos de pé plano são muito comuns e não costumam apresentar riscos. Isso porque os pés ainda estão no processo de formação e o arco plantar tende a se desenvolver naturalmente, sem a necessidade de nenhum tipo de tratamento. Alguns casos infantis acabam precisando de acompanhamento, principalmente se a condição se mantém após os seis ou sete anos.

Em adultos, o pé chato adquirido pode acabar ocasionando o surgimento de outras doenças e condições e pode ser progressivo, ou seja, ir ficando mais grave com o passar do tempo.

Quais as causas?

Uma das causas mais comum do pé plano é a hereditariedade. Mas o conjunto de outras situações também pode resultar na condição, como o uso inadequado de calçados, obesidade e outras lesões nos pés (como por exemplo, as doenças reumatológicas).

Sintomas

O principal sintoma do pé chato é a perda (ou não presença) do arco do pé. É possível perceber essa ausência em pegadas na areia ou em uma toalha molhada depois de sair do banho. Se o arco não for perceptível, é provável que a pessoa tenha ou esteja desenvolvendo pé plano. As solas dos sapatos também dão indícios da condição. Muitas vezes elas ficam bastante marcadas na parte de dentro, já que a tendência é que o tornozelo comece a “tombar” para dentro por conta da ausência do arco.

Nos casos mais graves pode haver inchaço, dor e desconforto na planta do pé, tornozelo e até joelhos. Andar e ficar muito tempo em pé também são atividades que podem gerar incômodo, principalmente em longas caminhadas e períodos sem se sentar.

Nos casos das crianças é importante que os pais ou responsáveis observem o desenvolvimento do bebê. A maioria dos casos é temporária e o arco se forma naturalmente. Mas, se a criança começar a reclamar de dor, tiver dificuldades para caminhar e o pé não mudar na região do arco, é preciso conversar com o pediatra e com um médico especialista em ortopedia do pé.

Vale lembrar novamente que nem todas as pessoas que têm pé chato vão sofrer com sintomas. Muitos casos não causam dor e não evoluem para uma condição que precisa de tratamento intenso. De qualquer forma, é importante acompanhar o caso, perceber se acontece alguma mudança com o decorrer do tempo (desconforto, aumento da perda do arco, etc), além de visitar regularmente um ortopedista.

Diagnóstico e Tratamento

O conjunto dos sintomas e o exame físico já contêm as informações necessárias para o diagnóstico. O ortopedista pode realizar alguns testes específicos em consultório para verificar o grau da dificuldade do paciente e solicitar exames de imagem, se considerar necessário.

O tratamento para o pé chato vai depender de alguns fatores, como o estágio da condição, a idade do paciente, seu nível de atividade e condições associadas.

Nos casos infantis e mais simples, o mais comum é a união de exercícios indicados por um fisioterapeuta com o uso de palmilhas anatômicas. As atividades vão ajudar a fortalecer a musculatura, enquanto as palmilhas fazem a correção e alinhamento do pé de maneira passiva: ambos os tratamentos ajudando a evitar dores e desconfortos. O sugerido é desenvolver uma palmilha exclusiva para o pé do paciente, respeitando o formato do seu pé.

As cirurgias são indicadas apenas em casos graves. Elas podem servir para corrigir o arco ou, em situações extremas, ‘travar o pé’ cortando a dor; operações chamadas de artrodeses.

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