Joelho

Joelho

luxacao patelar

A luxação da patela é uma condição que se manifesta em pacientes predispostos a sofrer com instabilidade no joelho. O problema, entre outros fatores, pode causar dor e imobilidade nos movimentos das pernas, sobretudo para flexão e extensão dos membros acometidos. Felizmente a luxação patelar pode ser resolvida por imobilização do membro e repouso. Em casos em que há muitas recidivas, o paciente é recomendado a realizar uma cirurgia.

O que é?

Para entender melhor a luxação patelar é preciso ter certa noção sobre a anatomia do joelho. Esse tipo de lesão acomete um osso chamado patela, ou rótula, como também é amplamente conhecido. Tal estrutura óssea se encontra na parte da frente da articulação. A patela é um osso móvel que se conecta ao fêmur. Sua principal característica é a de proteção das principais estruturas internas do joelho. Seja quando a perna estiver flexionada ou esticada.

A luxação da patela ocorre justamente quando há um desalinhamento do osso em relação a sua posição original. Invariavelmente a patela se desarticula do fêmur, causando assim uma série de desconfortos para o paciente. Em alguns casos, inclusive, a condição pode se manifestar de tempos em tempos. Em detrimento disso, o médico ortopedista especialista em joelho deve ser consultado com frequência.

Causas

A luxação patelar é razoavelmente atípica. De forma geral, o paciente precisa ter algum tipo de predisposição genética para sofrer com tal condição. Um histórico de problemas pode causar o surgimento da doença, tal como os portadores de joelho valgo. Essa disfunção se caracteriza pela forma de x que as pernas do paciente apresentam. Nesse caso, os joelhos permanecem unidos e os pés distantes um do outro. Esse problema pode levar a um caso de luxação da patela, já que sobrecarrega a articulação.

Ademais, quando o paciente tem algum tipo de fraqueza nos músculos relacionado ao joelho, a suscetibilidade de sofrer com a luxação patelar aumenta. Sobretudo quando a debilidade atingir o músculo do quadríceps. A disfunção também pode surgir por meio de danos no ligamento local. Por fim, pessoas com patela mais alta e saliente, também tendem a sofrer com a condição, já que o osso está mais exposto.

Todas essas imprecisões podem gerar uma instabilidade femoropatelar, responsável por não proteger corretamente o joelho. Essa vulnerabilidade, em longo prazo, invariavelmente acaba por propiciar o surgimento da luxação da patela.

Se não bastassem todas essas predisposições, o problema também pode acontecer por causa de fatores externos. Embora seja bem raro, a luxação patelar pode ocorrer após um trauma muito forte sobre o joelho. Ou seja, um impacto mais forte, ou até mesmo um exercício que sobrecarregue em demasia a articulação, podem resultar em uma luxação patelar.

De forma geral as mulheres são as pacientes que mais buscam pelo tratamento desse tipo de condição, junto a um médico ortopedista especialista em joelho.

Sintomas

Os agravantes da luxação podem ser bem desconfortáveis para quem sofre com o problema. A começar pela dor no joelho que, comumente, se apresenta de forma intensa. Em alguns casos, a dor localizada sobre a articulação impossibilita o movimento de flexão e extensão das pernas. Geralmente, à primeira tentativa de locomoção, a dor será intensa e incapacitante.

Quando a luxação patelar apresentar edema, o deslocamento do osso poderá ser constatado a olho nu. Nesse caso, é necessário procurar rapidamente por um médico ortopedista especialista em joelho, que irá indicar o melhor tratamento para cada caso.

Diagnóstico e tratamento

É muito simples identificar o problema. Basta um exame radiográfico para constatar a luxação na patela. Essa apuração também garante que os sintomas não são oriundos de outros problemas, tal como uma luxação do ligamento cruzado anterior, por exemplo.

Já o tratamento consiste, sobretudo, na recolocação do osso em sua posição original. Além de contribuir para o alívio da dor, o paciente não estará mais incapacitado de fazer os movimentos de flexão e extensão das pernas. 

A estabilização do joelho pode ser feita de várias formas. Geralmente o médico imobiliza o local acometido, para que o paciente se mantenha em repouso. Sendo assim, o tratamento envolverá aplicação de gelo e o uso de medicamentos para o alívio da dor.

Quando plenamente recuperado, o paciente é incentivado a fortalecer os músculos da região. Isso ajuda a evitar recidivas, que, não são tão raras quanto parecem. Portanto a fisioterapia e a musculação, sob orientação de um especialista, são imprescindíveis para a plena recuperação do paciente.

A necessidade de um procedimento cirúrgico se dá quando a repetição da lesão se torna comum. Isso ocorre quando a pessoas está predisposta a sofrer com instabilidade femoropatelar. Após essa constatação, o paciente pode ser encaminhado para uma cirurgia, a fim de evitar novas luxações. Para esses casos, a artroscopia de joelho é a técnica mais emprega pela ortopedia do joelho e, também, o método mais eficaz e pouco invasivo.

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