Infantil

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Crianças correm, pulam, brincam e... caem. E, às vezes, as quedas podem resultar em fraturas. Assim como em adultos, as fraturas em crianças devem ser tratadas rapidamente por um médico ortopedista. Os resultados são bastante satisfatórios.

 

Correr, pular, girar, escorregar, dar cambalhotas, virar de cabeça para baixo... O que tudo isso te lembra? Isso mesmo: criança! Essas atividades fazem parte do processo de descoberta e crescimento infantil e, mesmo com a supervisão e cuidado dos pais e responsáveis, os pequenos não estão livres de passar por quedas que, em algumas situações, causam fraturas.

Não é sempre que um tombo vai resultar em um osso quebrado. Pelo contrário, as crianças tem um corpo em desenvolvimento que é mais “maleável” e não sofre impactos da mesma maneira que o corpo de um adulto. Ainda assim, alguns deles acabam resultando em fraturas que precisam ser tratadas da maneira correta, permitindo que o pequeno/a se recupere e volte as suas atividades o mais rápido possível.

Como saber se houve uma fratura?

Em geral, os sintomas de uma fratura infantil são semelhantes ao de uma fratura em uma pessoa adulta. Dor intensa, inchaço no local e incapacidade de mexer o membro afetado são os principais indicadores de um osso quebrado.  Pode haver também a presença de hematomas ou até um desvio aparente. Além disso, pela dor, a criança provavelmente irá chorar.

O mais comum é que a fratura infantil ocorra após uma queda ou forte impacto (por exemplo, bater o braço em uma parede enquanto corre). Se a criança apresentar alguns desses sintomas após o choque, deve-se suspeitar de uma fratura e procurar ajuda médica imediatamente.

Existem também as fraturas expostas, quando há uma ferida associada. Em alguns casos é possível, inclusive, ver o osso quebrado.

Outras lesões que acometem frequentemente crianças podem apresentar sintomas semelhantes, como as luxações. Por isso é importante procurar o auxílio médico de ortopedia infantil para avaliar o quadro e iniciar o tratamento adequado, independentemente da lesão.

O que fazer em casos de fratura infantil?

Os braços costumam ser os mais fraturados em crianças. Isso acontece porque os pequenos se apoiam por instinto, na tentativa de evitar ou “amortecer” a queda. Se ocorrer uma fratura nessa região (braços, antebraços, punho, cotovelo), o responsável pode fazer uma espécie de tipoia com um lenço para imobilizar a região e aplicar gelo com uma toalha em cima do local lesionado. Depois dessas primeiras medidas, a criança deve ser levada direto ao hospital para ser atendida por um médico ortopedista.

Se a fratura acontecer nos membros inferiores, é importante também evitar que a criança mexa o membro usando, por exemplo, almofadas ao redor da perna. Nesses casos, é melhor acionar uma ambulância, já que a tentativa de movimentar a região pode prejudicar mais a lesão.

O tratamento

No hospital, o médico ortopedista vai realizar primeiro um exame clínico avaliando a região afetada. Além disso, é importante relatar ao especialista o histórico da criança – se ela sofreu uma queda, bateu em alguma superfície dura, etc.

Em seguida, o paciente deve ser encaminhado para realizar uma radiografia que vai mostrar se há fratura e qual o tipo (pode haver ruptura total, quando o osso quebra em ‘dois pedaços’, ou em diversos fragmentos).

Os tratamentos comumente aplicados contam com a imobilização da região por gesso ou tala, dependendo do caso e do local, além do uso de analgésicos. O tempo que cada criança deve ficar imobilizada vai depender de cada caso e da resposta do paciente.

Como já dito, o corpo dos pequenos está em fase de desenvolvimento e crescimento. Por isso, é comum que eles/as respondam bem e rapidamente ao tratamento com um bom processo de consolidação.

Algumas fraturas infantis podem ocorrer na chamada zona de crescimento ou placa de crescimento. Nessa região, é necessário um cuidado redobrado porque, apesar de ser uma área com bom nível de remodelação, pode haver um crescimento e consolidação assimétrica. Para evitar isso, é extremamente importante o acompanhamento médico correto até a alta.

Alguns casos mais raros de fraturas expostas ou com desvio muito grande podem ser encaminhados para a cirurgia. Assim como nos casos anteriores, as crianças costumam responder bem ao tratamento.

Cuidados

Imobilização e criança são duas palavras que não combinam muito. Mas, durante o tratamento, é importante deixar os pequenos longe de atividades que possam atingir a região afetada. Os remédios receitados devem ser administrados pontualmente e é imprescindível a presença em todas as consultas com o médico ortopedista para acompanhar o progresso.

Vale lembrar a criança que, quanto melhor for realizado o tratamento, mais rápido ela voltará a correr e brincar por aí!

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